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domingo, 18 de abril de 2010

Representantes da Escola Walfredo Campos Maia participando da I Conferência Intermunicipal de Saúde Mental




As professoras Dinailde Pimentel (acima) e Maria Lourany (abaixo) participaram da I Conferência Intermunicipal de Saúde Mental realizada em Tocantinópolis-TO no último dia 09 de abril de 2010 precisamente no auditório do Colégio Dom Orione. Nesta Conferência tivemos a oportunidade de conhecer melhor o funcionamento do Centro de Atenção Psicossocial de Tocantinópolis - CAPS I Jorge Dionísio de Sousa (Ninil) como sendo um serviço gratuito, oferecido pela Secretaria Municipal de Saúde com apoio da Prefeitura de Tocantinópolis, que atende usuários adultos a partir de 18 anos, de ambos os sexos, portadores de transtornos mentais graves e persistentes. Convém ressaltar as atividades realizadas no CAPS I de Tocantinóipolis como:

  • Atendimento individual (medicamento, psicoterápico de orientação, entre outros);
  • Atendimento em Grupos (psicoterapia, grupo operativo, atividade de suporte social, entre outras);
  • Atendimento em Oficinas Terapêuticas executadas por profissinais de nível médio e superior;
  • Visita Domiciliar;
  • Atendimento à família;
  • Atividades Comunitárias enfaocando a integração do usuário na comunidade e sua inserção familiar e social.
O objetivo desta Conferência foi de retirar ou colher propostas para aprimoramento de políticas públicas para melhorar cada vez mais os serviços de atendimento aos usuários dos CAPS no Município, Estado, poís estas propostas serão levadas para discussão na Conferência Estadual de Saúde Mental a realizar-se-á em Palmas capital do Tocantisn e contará com a participação como delegada da gestora da Escola Walfredo Campos Maia a Professora Carmélia Dias Cirqueira que tiveram a oportunidade de conhecer em postagem anterior.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Sala de Recursos Multifuncional da Escola Municipal Walfredo Campos Maia



As Salas de Recursos Multifuncionais são espaços localizados nas escolas de educação básica, onde se realiza o AEE - Atendimento Educacional Especializado. Essas salas são organizadas com mobiliários, materiais didáticos e pedagógicos, recursos de acessibilidade e equipamentos específicos para o atendimento aos alunos público alvo da educação especial, em turno contrário à escolarização.

Sejam todos Bem Vindos!!!!!

domingo, 14 de março de 2010

Projeto de Intervenção: Reformulação do Projeto Político Pedagógico numa perspectiva da Educação Inclusiva início em novembro de 2009.


PROJETO DE INTERVENÇÃO: O Projeto Político Pedagógico e a Perspectiva da Educação Inclusiva na Escola Municipal Walfredo Campos Maia.

Nagelle Lopes Sales e Valdemir Ribeiro Farias

I – INTRODUÇÃO

Assegurar a todos igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola, sem qualquer tipo de discriminação é um princípio que está em nossa Constituição desde 1988, mas que ainda não se tornou realidade para milhares de crianças e jovens: meninas e adolescentes que apresentam necessidades educacionais especiais, vinculadas ou não a deficiências. Nesta perspectiva a Política Nacional de Educação na Perspectiva da Educação Inclusiva propõe mudanças de valores e atitudes.

A educação tem, nesse cenário, papel fundamental, sendo a escola o espaço no qual se deve favorecer, a todos os cidadãos, o acesso ao conhecimento e o desenvolvimento de competências, ou seja, a possibilidade de apreensão do conhecimento historicamente produzido pela humanidade e de sua utilização no exercício efetivo da cidadania.

Com o objetivo de incluir alunos com deficiência, Transtornos Globais de Desenvolvimento e Altas Habilidades/Superdotação nas salas de aulas regulares com vistas à educação como direito fundamental, desde 2005 iniciou-se o Programa de Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais por todo o Brasil. A sala de recursos multifuncionais se apresenta como complementação/suplementação ao trabalho realizado em sala de aula regular e não como substituição a sala de aula comum a todos os alunos, fazendo da escola. Uma escola a caminho de se transformar em uma escola inclusiva.

Escola inclusiva é aquela que garante a qualidade de ensino educacional a cada um de seus alunos, reconhecendo e respeitando a diversidade e respondendo a cada um de acordo com suas potencialidades e necessidades. Para que uma escola se torne inclusiva há que se contar com a participação consciente e responsável de todos os atores que permeiam o cenário educacional: gestores, professores, familiares e membros da comunidade na qual cada aluno vive. A construção da escola inclusiva exige mudanças nessa cultura e nas suas conseqüentes práticas.

Perrenoud (2000) aponta alguns fatores que dificultam a construção de um coletivo, no contexto educacional: a limitação histórica da autonomia político - administrativa do profissional da Educação e o individualismo dela conseqüente, a falta do exercício das competências de comunicação, de negociação, de cooperação, de resolução de conflitos, de planejamento flexível e de integração simbólica, a diversidade das personalidades que constituem o grupo de educadores, e até mesmo a presença freqüente da prática autoritária da direção, ou coordenação do ensino.

Constata-se, portanto, que a construção de uma escola inclusiva implica em transformações no contexto educacional: transformações de idéias, de atitudes, e da prática das relações sociais, tanto no âmbito político, no administrativo, como no didático-pedagógico. O processo de mudança tem um ponto decisivo por onde iniciar: a construção ou re-elaboração do Projeto Político-Pedagógico da escola.

Partindo deste pressuposto a Escola Municipal Walfredo Campos Maia localizada a Rua Alcides Miranda Bairro Alto Bonito em Tocantinópolis – To recebeu do Ministério da Educação em 2008 os equipamentos para montar a Sala de Recursos Multifuncionais para a realização do Atendimento Educacional Especializado com os alunos com deficiência Transtornos Globais de Desenvolvimento e Alta Habilidades/Superdotação. Junto com a implantação da sala de recursos veio o desafio de transformar a Escola Municipal Walfredo Campos Maia em uma escola de caráter inclusivo, primando por todos os alunos livre de qualquer ato discriminatório. Para tanto é necessário à inserção da dimensão inclusiva no Projeto Político Pedagógico – PPP da escola supracitada.

Ao analisar o PPP da Escola Municipal Walfredo Campos Maia observou-se a inexistência do caráter inclusivo em praticamente toda a sua estrutura, citando apenas superficialmente em um tópico denominado Educação Especial, no entanto sem grandes contribuições. Não houve a caracterização das necessidades especiais da demanda. Indicadores qualitativos de avaliação, onde consideram a diversidade humana no ato avaliativo. Todos os itens estruturais do Projeto Político Pedagógico da referida unidade escolar se apresenta isoladamente sem aspectos relacionais. Dificultando a compreensão do documento. Percebeu-se que trata-se de um documento escolar elaborado por um grupo gestor sem a participação coletiva da equipe escolar.

Considerando tais aspectos faz-se necessário a realização com o projeto Pesquisa-Ação votado para promoção de momentos de reflexão e estudo sobre as práticas educacionais inclusivas, mediante a formação continuada da equipe escolar em educação especial, com a finalidade de proporcionar mudanças de valores e atitudes.

Para tanto o referido projeto tem como objetivo principal proporcionar momentos de reflexão e estudo sobre as práticas educacionais inclusivas, mediante a formação continuada dos profissionais em educação, com vistas a transformação da unidade escolar em uma escola inclusiva. O mesmo tem como objetivos específicos:

· Promover o rompimento com o modelo de escola tradicional baseado na competição através das mudanças de atitudes e práticas pedagógicas colaborativas;

· Contribuir para a inserção da dimensão inclusiva no Projeto Político Pedagógico;

· Desenvolver estudos em educação especial com os profissionais em educação com vistas à transformação da escola em escola de caráter inclusivo.

II – PROCEDIMENTOS TEÓRICOS-METODOLOGICOS

Trata-se de uma pesquisa documental, onde se propõe analisar a estrutura do Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Walfredo Campos Maia com o objetivo de identificar aspectos relacionados a dimensão de escola na perspectiva inclusiva, tendo em vista que faz parte do corpo discente da unidade escolar alunos com deficiência Transtornos Globais de Desenvolvimento, Altas Habilidades/Superdotação. Além de realizar o Atendimento Educacional Especializado – AEE na sala de recursos multifuncionais.

Para tanto faz-se necessário realizar entrevistas com os profissionais em educação que compõem o quadro de funcionários sobre o que os mesmos compreendem sobre educação inclusiva e em que sentido ela é desenvolvida no interior da escola pesquisada. Em seguida relacionar-se-à aos documentos legais que norteiam tal dimensão da educação, políticas públicas, documentos orientadores, assim como, referências bibliográficas neste campo de atuação como: Maria Teresa Eglér Mantoan, Eugênia Augusta Gonzaga Fávero, Claúdia Werneck, dentre outros relevantes ao tema.

Neste sentido realizar-se-á mini-cursos articulados com grupos de trabalho nas temáticas relevantes a discussão tais como: Projeto Político Pedagógico e escolas inclusivas; Construindo Escolas Inclusivas; O Ensino Comum na perspectiva da Educação Inclusiva; Avaliação; Deficiência Mental, Auditiva, Física, Visual, Transtornos Globais do Desenvolvimento, Altas Habilidades/Superdotação, dentre outras temáticas que se fizerem necessárias no decorrer da intervenção

III – CRONOGRAMA DA PESQUISA-AÇÃO

Descrição das Atividades

Outubro

Novembro

Dezembro

Elaboração do Projeto de Pesquisa - Ação

X

Apresentação do Projeto de Pesquisa-Ação a unidade escolar

X

Realização das entrevistas com a equipe escolar

X

Análise das entrevistas realizadas no âmbito escolar

X

Intervenção: Grupos de Estudos, Mini-cursos, reuniões

X

X

Avaliação da pesquisa-Ação

X

Apresentação dos resultados alcançados com a pesquisa-ação

X

IV - PLANO DE AÇÃO DA INTERVENÇÃO

A intervenção realizar- se - à mediante as seguintes ações a partir das análises realizadas no Projeto Político-Pedagógico da Escola Municipal Walfredo Campos Maia.

  • Realizar uma reunião para apresentação do projeto de pesquisa-ação;
  • Realizar mini-cursos semanais nas temáticas: Projeto Político Pedagógico e escolas inclusivas; Construindo Escolas Inclusivas; O Ensino Comum na perspectiva da Educação Inclusiva; Avaliação; Deficiência Mental, Auditiva, Física, Visual, Transtornos Globais do Desenvolvimento, Altas Habilidades/Superdotação, dentre outras temáticas que se fizerem necessárias no decorrer da intervenção.
  • Grupos de Trabalho semanais após os mini-cursos para a reelaboração do Projeto Político Pedagógico na perspectiva da Educação Inclusiva da Escola Municipal Walfredo Campos Maia;
  • Avaliação do Projeto de Intervenção.

Ao final do projeto de intervenção espera-se que ocorra mudanças de práticas educacionais em busca do caminho para a inclusão dos alunos com deficiência no âmbito escolar comum.

V – REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

PERRENOUD, P. Novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

ALVES, D. O. Sala de recursos multifuncionais. Espaço para o atendimento educacional especializado. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2006.

MANTOAN, M.T.E. Igualdade e diferenças na escola: como andar no fio da navalha. In: ARANTES, Valéria Amorim (org.). Inclusão escolar: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2006.

MANTOAN, M. T. E. Inclusão Escolar: o que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Mo­derna, 2003.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Educação Inclusiva – Documento Subsidiário à Política de Inclusão. Brasília: MEC/SEESP, 2005.

BRASIL. Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996. Brasília, DF. 1996. Disponível em: Acesso em: 30 mar. 2002.

______. Política Nacional de Educação Especial. Brasília: MEC/SEESP, 1994. Disponí­vel em: . Acesso em: 10 out. 2005.

Escola Municipal Walfredo Campos Maia


A escola Municipal Walfredo Campos Maia está situada a Rua Alcides Miranda s/n no Bairro Alto Bonito em Tocantinópolis - TO, a escola foi inaugurada de acordo com a lei de denominação nº 381 de 13 de fevereiro de 1985, que legaliza as escolas públicas municipais, na gestão do então prefeito José Sabóia Lima, no final de 1984 iniciando seu funcionamento alguns meses depois, já no início de 1985. A necessidade de uma escola pública no bairro era muito grande, poís existia na época um grande número de alunos para séries iniciais do Ensino Fundamental primeira fase, atualmente de acordo o seu potencial desempenha ações de cunho social na comunidade. A escola era conhecida como "Escola GETAT", nome que era da construtora da mesma. Anos mais tarde a escola recebeu o nome de Escola Municipal Walfredo Campos Maia, em homenagem ao primeiro prefeito da cidade. Prefeito este que não foi eleito pelo voto popular e sim instituído pelo Exército Brasileiro, poís fazia parte do mesmo (ditadura militar no Brasil: mancha negra no passado dos brasileiros). segue abaixo a relação dos nomes dos gestores e período que ficaram a frente da escola:
  1. Marilene Saraiva (1985-1991)
  2. Armando (1991-1992)
  3. João Lopes (1992-1993)
  4. Josefa Fernandes de Sousa (1994-1995)
  5. Lázaro Gomes Leite (1995-1996)
  6. Iolete Gomes Sá (1997)
  7. Fleidinéia Pereira da Silva (1998-2001)
  8. Maria Eliene Pereira de Morais (2002-2004)
  9. Egle Aires da Silva (2005-2008)
Atualmente está na gestão da Escola Municipal Walfredo Campos Maia a professora Carmélia Dias Miranda (2009). que poderão conhecer na foto acima e pouco da equipe pedagógica e de apóio da escola.